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Imagem: Foto: Pedro Souza / Atlético

Condenação de Cuca por estupro é anulada por justiça da Suíça

Decisão do Tribunal Regional de Berna-Mittelland extingue processo contra o treinador


Por Henrique Faria

O Tribunal Regional de Berna-Mittelland, na Suíça, anulou a sentença que condenou Alexi Stival, o Cuca, por suposto ato sexual com menor durante excursão do Grêmio em 1987. A juíza Bettina Bochsler acatou os argumentos da defesa, questionando a representação legal durante o julgamento.

A decisão, anunciada nesta quarta-feira (3), não absolve Cuca, mas alega que a falta de representação legal adequada justifica a anulação da pena e o encerramento do processo. O Ministério Público suíço alegou prescrição do crime, sugerindo a anulação da pena.

Em novembro do ano passado, a juíza Bettina Bochsler acatou a argumentação da defesa de Cuca, alegando que ele foi condenado à revelia, sem representação legal, e poderia ter um novo julgamento. Porém, o Ministério Público suíço afirmou que isso não seria possível, pois o crime estava prescrito, sugerindo a anulação da pena e o encerramento do processo.

A defesa de Cuca alega ter provas suficientes para inocentá-lo, negando qualquer ato de estupro ou abuso contra Sandra Pfäffli. O caso envolvendo outros jogadores do Grêmio não resultou em pena, pois não retornaram à Suíça enquanto as condenações eram válidas.

Em 28 de dezembro, a juíza encerrou o caso e ordenou o pagamento de 13 mil francos suíços (R$ 75 mil) de indenização a Cuca. Posteriormente, o valor foi reduzido para 9.500 francos (R$ 55,2 mil) após descontos processuais.

Após a decisão da justiça da Suíça, uma das filhas de Cuca, Maiara Stival, desabafou em seu Instagram e comemorou a anulação do caso. Maiara escreveu que: “ELE É INOCENTE e foi atacado injustamente”.

Reprodução: Instagram/@eumaiaramstival


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